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Entrevista: God of War: Fantasma de Esparta (PSP)

Entrevista: God of War: Fantasma de Esparta (PSP) : "Sentamo-nos com a Ready at Dawn para falar de God of War" Trechos: P: Sim, o fim de God of War 3, o destino de Kratos é deixado um pouco ambíguo. Você acha que a franquia poderia sobreviver sem ele? R: Eu acho que a franquia é definitivamente capaz de sobreviver sem Kratos. Há bastante material que aconteceu antes e, potencialmente, depois de Kratos que não necessariamente tem que sobreviver. Por mais que Kratos faz a franquia de hoje, acho que o importante nisso é que não é Kratos: The Game. É o Deus da Guerra. É um IP maior do que apenas a história de Kratos, mas ele é o personagem mais importante agora. Então eu não sei, talvez no futuro, poderão ser tomadas de outra forma. Ela precisa dele agora, para o curto prazo, pelo menos, mas talvez não no futuro. P: Onde você vai vê-lo? R: Estamos todos trabalhando em idéias. Poderíamos levar Kratos para a idade moderna , usar mitos diferentes. Mitologias nórdica, as mitologias o...

God of War: Ghost of Sparta - Ainda supreendente bom, mesmo no PSP, mas...

God of War: Ghost of Sparta Review :  "Fantasma de Esparta oferece ambientes deslumbrantes e combate brutal, mas alguns problemas ficam no caminho de Kratos.  Pontuação: 8,0 / grande  Receba o artigo completo em GameSpot"    Tenho lido muitas reviews deste GoW para PSP que será lançado em 02/11/10. Sinceramente não conseguia visualizar como GoW poderia ser bom na telinha, mas os sites tecem elogios rasgados a este título que está com pontuação 87 no Metacritic . Notas superiores aos recentes Fable e Fallout, diga-se de passagem. As reclamações recaem mais sobre o tamanho da telinha, dificuldades com os controles do portátil e a sensação de mais do mesmo, embora não pareçam ofuscar o prazer do jogo. Surpreende pela qualidade no portátil. Eu acho que GoW não poderá continuar no topo por muito tempo e irá cansar como Tomb Rider cansou. Uma única estória, um único personagem, localização fixa. Uma vez é surpreendente, duas reafirma, na terceira a sensação de Dejavu...